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Avançada

Velha Usina

O mato toma conta de tudo, pressão do natural sobre ferrugens, concretos e cacos de vidro. Serpentes trepadeiras, tentáculos silenciosos sobre o metal, liquens substituem a cal e fezes de morcego lubrificam engrenagens, gangrenagens, gangregases :::...

no que restou das maquinas cogumelos esporulam sobre o passado, esporram sobre o sonho gasto, de progresso, caldeiras e vícios.

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  1. Cicero Apolinario - Jaqueira comentou:

    06.11.2010 - 23h05

    Gostei do texto Velha usina. É a fotografia das usinas de nossa região que não mais abrem suas portas para gerar empregos.









Esse conteúdo foi criado e postado por:

Philippe Wollney

Autorizado por:
Fundarpe

em 19.05.2010 às 22h47


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poesia brasileira, poesia pernambucana, philippe wollney, poesia goiana, poesia contemporânea

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