Trecho de meu livro Eu, meu corpo e minha poesia
Marcos Henrique
Eu quero ser “eu”, eu quero ter corpo, quero ter vida, mas nada me habita.
Talvez uma cor mais clara possa me dizer o que sempre quis ouvir, mas o carimbo para o lado bom quebrou, só restou burocracia.
Eu quero tentar, quero sorrir, quero ter fé, mas tudo é tão injusto...
Há certas coisas que não devem ser questionadas, só cumpridas, só cumpridas e com o tempo tudo ficara melhor, tudo ficara mais claro, tudo e eu nada, tudo...
Estou melhor depois do desabafo que fiz, às vezes é bom se confessar. Origado por tudo o que você não fez, isso me ajudou a ver o mundo mais claro.
Eu sempre fugi, mas nunca encontrei, pois o que busco esteve sempre aqui, bem aqui, bem dentro de mim.
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