Pernambuco Nação Cultural

Texto


Avançada

Rola monte. Areia de mar

Em instantes
Silêncio de trégua
Dois vencidos
Íris cristal pedra
No fundo do olhar raso
A rocha mãe de todas as impiedades.
Após o silêncio dupla-costa
Horizonte de destroços que ficara.
Quem se atreve a plantar
Onde líquens não ousaram?
Quem se atreve a sorrir
Onde nunca houve crianças?
Quem se atreve a amar
Quando só conta a descoberta?

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Esse conteúdo foi criado e postado por:

Philippe Wollney

Autorizado por:
Fundarpe

em 19.05.2010 às 22h44


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poesia brasileira, poesia pernambucana, philippe wollney, poesia goiana, poesia contemporânea

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