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O PAPEL

Olhei-o de uma só vez,
Lá estava ele, branquinho...
Atirei-lhe os sentimentos,
Tornei-o vivo.
Já não era vazio.
Enchia-me os olhos –
Lá estava o pensamento.
Seu papel, seu destino
Fôra para sempre destinado
Com um poema carimbado.

(Cecília Villanova)

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Esse conteúdo foi criado e postado por:

Cecília Villanova

Autorizado por:
Fundarpe

em 22.02.2010 às 17h47


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poesia marginal, cecília villanova, poesia de pernambuco, poesia de recife, poesia independente, poesia contemporânea, folheto de poesia

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