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Economia cultural sustentável

Simônides de Ceos, poeta lírico da antiguidade grega, está entre os precursores da economia cultural. Registra-se ter sido ele o primeiro a cobrar por poemas sob encomenda. Isso foi cerca de 500 a.C.
Brasil, 2511 anos depois: a cultura engatinha na persistência e patina na resistência, em busca de apoios para fruir e alargar as fronteiras das quatro paredes. O surgimento da economia cultural por aqui, teve início na metade do século passado. Até poucos anos atrás, falava-se vagamente do assunto.
Hoje os frutos começam a brotar só para os persistentes abnegados. A própria mídia testemunha investimentos em cinema, música, teatro.... O resultado é, felizmente, dividendos econômicos, com geração de empregos. Nosso país não é ainda, os States ou a Espanha, mas se os ministérios da Cultura e Turismo trabalharem melhor integrados, com maior respaldo orçamentário por parte do governo dá pra esperar dias favoráveis na cultura. A outra parte é convencer a iniciativa privada do retorno, ao investir no produto cultural, integrado com a comunidade, ou seja, garantir sustentabilidade.

Coluna Cenários.doc

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Sivaldo Venerando

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Fundarpe

em 29.08.2011 às 10h00


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