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CANTO DE AMOR AO POEMA

Mas, não emudecerão
Meus pensamentos
Nem secará a tinta de sangue
Que goteja de minhas mãos.
O poema, em mim, inunda
Tal qual um rio.
Feito de lágrimas,
Águas claras...
De onde emerge vida.

(Cecília Villanova)

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Cecília Villanova

Autorizado por:
Fundarpe

em 26.03.2010 às 09h37


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poesia marginal, cecília villanova, poesia de pernambuco, poesia de recife, poesia independente, poesia contemporânea, folhetos de poesia

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