ao Boi do Canavial
esse Boi é meu:
esse Boi é do povo
esse Boi é meu:
esse Boi é do povo
esse Boi é meu:
veio pra ficar
esse Boi é meu:
é do Canaviá
(Sérginho da Burra)
Primeiro, marca-se a data e a hora (geralmente um dia antes): Praça Treze de Maio aos primeiros traços de boêmia, nesta goianagonia.
Segundo, chegam todos atrasados, um-a-um faz-se a cotinha pra um vinhozinho (já que beber também é um ato sagrado assim como cantar, tocar, compor, etc...), esquenta-se os instrumentos, braços e haja brasa.
Terceiro, estamos pelas ruas desta Goiana “salvem-se quem puder”, ecoando passos e compassos, Alfaias fazendo forças quebrando um silencio que fere, Caixas de apertadas esteiras anunciam cascatas de toadas, Agogô e Mineiro, um tanto quanto de lá Nação um tanto quanto de cá Rural, e nós, uma geografia inteira de subversivos. E esse Bombo Bumba Meu Boi, e esse tombo Bombo de Boi, e esse Boi que Bumba ano todo?...
Viva Viva Meu Boi, anuncia a fartura nessas várzeas de alegria, a terra fértil que é todo sorriso do povo e a repartida do eterno carnaval.
Viva Viva Meu Boi, meu Boi Bonito, Cara Preta, do Egito, meu Boi Português, Sertanejo, Brejeiro, do Piauí, Meu Boi do Canavial (um elefante quase Drummond).
Viva Viva Meu Boi, que roda-e-roda, corre atrás de criança, chega junto, pede afago e dança nesse carrossel que se torna as ruas na sua passagem.
esse Boi é do povo
esse Boi é meu:
esse Boi é do povo
esse Boi é meu:
veio pra ficar
esse Boi é meu:
é do Canaviá
(Sérginho da Burra)
Primeiro, marca-se a data e a hora (geralmente um dia antes): Praça Treze de Maio aos primeiros traços de boêmia, nesta goianagonia.
Segundo, chegam todos atrasados, um-a-um faz-se a cotinha pra um vinhozinho (já que beber também é um ato sagrado assim como cantar, tocar, compor, etc...), esquenta-se os instrumentos, braços e haja brasa.
Terceiro, estamos pelas ruas desta Goiana “salvem-se quem puder”, ecoando passos e compassos, Alfaias fazendo forças quebrando um silencio que fere, Caixas de apertadas esteiras anunciam cascatas de toadas, Agogô e Mineiro, um tanto quanto de lá Nação um tanto quanto de cá Rural, e nós, uma geografia inteira de subversivos. E esse Bombo Bumba Meu Boi, e esse tombo Bombo de Boi, e esse Boi que Bumba ano todo?...
Viva Viva Meu Boi, anuncia a fartura nessas várzeas de alegria, a terra fértil que é todo sorriso do povo e a repartida do eterno carnaval.
Viva Viva Meu Boi, meu Boi Bonito, Cara Preta, do Egito, meu Boi Português, Sertanejo, Brejeiro, do Piauí, Meu Boi do Canavial (um elefante quase Drummond).
Viva Viva Meu Boi, que roda-e-roda, corre atrás de criança, chega junto, pede afago e dança nesse carrossel que se torna as ruas na sua passagem.
Neste espaço não serão permitidos comentários que contenham palavras de baixo calão, publicidade, calúnia, injúria, difamação ou qualquer conduta que possa ser considerada criminosa. A equipe do portal Pernambuco Nação Cultural reserva-se o direito de apagar as mensagens.








