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Avançada

À Carlinhos Tampa

“Diz que veio da mata nego
Diz que é som de matuto”
Carlinhos Tampa

Eu estou naquela ilha
Cercado de canaviais e resolvi falar
Da alegria que tenho
Desses aventureiros que encaram esse o além-mar
Tomam forma e se expandem pelo mundo
Navegando por ondas de ritmos e sons
E como uma ciranda, lado-a-lado
Coco / Jazz / Maracatu
Samples / Violinos / Pandeiros
Samba Gruv de Matuto Canavieiro
Elétrons na mata de Caboclo e Exú.

E como um filho pródigo
Retorna à casa, traz nos olhos paisagens distantes
Pés / Paz / Passos / Dez / Com / Passos / Atos
Arde a Mata intera, o Litoral inteiro
O Continente inteiro na ponta dos dedos.

- e todos os lugares opacos se revestiram de chita!

P.W.

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Esse conteúdo foi criado e postado por:

Philippe Wollney

Autorizado por:
Fundarpe

em 21.02.2011 às 17h52


Tags

poesia, goiana, philippe wollney, silêncio interrompido, carlinhos tampa

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